domingo, 18 de março de 2012

Exumando 2011


Bom, faz tempo que eu não escrevo, sem saco para escrever, falar, enfim =/

Pois muito que bem, vou falar um pouco do ano passado.
Se eu pudesse resumir meu ano de 2011, seria como neste clipe do Death Cab for Cutie:

 
Voltei para o DF no começo de 2011, mas ainda me sinto um turista, um imigrante deste lugar, mesmo tendo nascido aqui. Nunca me senti parte desta terra, aliás. Mas aos poucos eu vou redescobrindo esta cidade, e a mim mesmo. Constatei que eu e ela somos um casal incompatível, mas "podemos ser amigos", na medida do possível...

Nossa relação melhorou um pouco neste ano: Já consigo acordar e olhar para ela sem ficar de mau humor, apesar do trânsito e da enorme distância entre os lugares (e as pessoas) daqui.

Minha cor favorita: O azul do céu no pôr-do-sol visto do Memorial JK.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Acabei de chegar de uma viajem

Na outra dimensão, a vida é bem bonita.
As nuvens são coloridas e tem sabor de Danoninho. A chuva é de água tônica, a terra é de açúcar mascavo. Não tem computador, internet ou facebook.
O Sol, apesar de ser quentinho, não queima ninguém! Podemos chegar perto dele e ficar muito iluminados, sem medo de ter doença de pele. Dando uma lambidinha no Sol, vamos sentir gosto de suco de laranja.
A lua é toda bonita, nao tem buraquinhos. Dá para caminhar por ela o tempo que a gente quiser - é linda demais!
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Às vezes, a vida poderia ser como em um livro infantil: Simples, ingênua, colorida e feliz! É raro de ser, mas às vezes é.
Ainda bem...

domingo, 6 de novembro de 2011

Desenhos e Rabiscos

Acabei de acordar (sim, insônia...).
Meio dormindo, meio acordado, me lembrei das primeiras aulas da oficina de Arte Contemporânea que participei no ano passado em Palmas. Deveria estar sonhando quando acordei, ou apenas me lembrando do fato, não sei ao certo. Eu fiz um traço errado do desenho e fui tentar apagar o erro com uma borracha, mas fui impedido.
O professor tomou a borracha azul de minha mão, arregalou os olhos e me disse: "Não faça isto!!". Perguntei o porquê e ele me respondeu: "Olha... a vida é desenhar sem borracha, não dá pra apagar o que se viveu. Tente levar isto para a Arte, pois só assim você tentará desenhar melhor, se expressará por completo e progredirá de verdade. Procure não usar borracha lá fora, e muito menos aqui dentro, Heric, porque senão da próxima vez eu jogo ela no lixo, prometo!".
Agora eu tô aqui, quase DUAS DA MANHÃ, arrependido de ter feito o curso nas coxas e abandonado pela metade... senhorzinho sábio!